Freguesia de Castelo Branco

População: 1340

Actividades económicas: Agro-pecuária, panificação, caixilharia de alumínios, carpintaria, serralharia, oficinas auto, hotelaria, restauração, comércio e serviços

Festas e Romarias: Santa Catarina de Alexandria (25 de Novembro), Espírito Santo (Pentecostes), Corpo de Deus, Nossa Senhora de Lourdes (15 de Agosto), S. José (19 de Março), Santo Antão (19 de Janeiro) e S. Pedro (29 de Junho)

Património: Igreja matriz, impérios da Coroa Velha, da Coroa Nova, da Coroa da Ribeirinha e da Coroa da Lombega e Ermida de Nossa Senhora da Boa Viagem

Outros Locais: Morro de Castelo Branco, porto marítimo e aeroporto da Horta

Gastronomia: Sopas do Espírito Santo, massa sovada, filhós, carne assada e arroz-doce

Artesanato: Rendas e bordados

Colectividades: Sociedade Filarmónica Euterpe, Sociedade União Recreio e Desporto e Clube Recreio e Fraternidade

Orago: Santa Catarina de Alexandria

 

DESCRITIVO HISTÓRICO

A dez quilómetros a ocidente da sede do concelho, a freguesia de Castelo Branco é uma das mais importantes do Faial. Aqui se encontra o aeroporto da Horta, fundamental para a economia da região e de toda a ilha.

Deu o nome à freguesia o morro de pedra branca que aqui existe, sobre uma pequena península ligada a terra por um istmo muito estreito.

No alto desse morro, ter-se-á construído um reduto de características defensivas. A lenda diz que, desde há muito tempo, está escondido no seu interior um fabuloso tesouro, constituído por peças e moedas de ouro. Ninguém até hoje o conseguiu encontrar.

Seja como for, vale a pena visitá-lo, quanto mais não seja pelas encantadoras vistas que dali se obtém: “Uma bela e deslumbrante paisagem vislumbra-se, na harmonia das cores, no vento que sopra, na brisa que passa, no chilrear dos passarinhos, no declinar do sol poente, na amplitude do horizonte que se estende até ao alcançar da nossa vista. Ao longo, num cenário encantador, avista-se o Varadouro.

Segundo a tradição, esteve estabelecida em Castelo Branco, até 1580, um hospício de freiras. Nesse ano, um desembarque de corsários obrigou-as a fugir para o convento de S. João, na Horta. Não existe, no entanto, qualquer vestígio desse antigo edifício monástico. E Castelo Branco até é uma freguesia relativamente rica a nível de património edificado. Uma palavra para a igreja paroquial, dedicada a Santa Catarina de Alexandria. Foi construída em 1767.

Vivem em Santa Catarina de Castelo Branco mais de mil e trezentas pessoas. Um número que tem vindo a aumentar nos últimos anos, depois da grande quebra demográfica de meados do século. Sobretudo a partir de 1957, a vaga migratória para a Europa e os Estados Unidos reduziu em muito a população da freguesia. Além de causas económicas, a erupção do vulcão dos Capelinhos provocou também a fuga populacional.

A agricultura e a pecuária são as principais actividades desta população. A nível do amanho da terra, destaca-se o cultivo do milho, do feijão, da batata, do tabaco, da banana, da laranja e das cenouras. Muitas das pessoas que trabalham na agricultura, exercem-na como actividade secundária, sendo que a primeira é a que assegura de forma efectiva a sua sobrevivência.

Em termos de colectividades, destaca-se a Euterpe, sociedade filarmónica fundada no longínquo ano de 1912. Pode-se dizer que é o orgulho da população local

 

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