FOLHA DIVULGATIVA: MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº7traça oriental
Autores: Reinaldo Pimentel; Rodrigo Costa & David J. H. Lopes
Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias
MACIEIRA, PESSEGUEIRO
Julho 2005
PRAGA:
Nome comum: Traça Oriental
SINTOMATOLOGÍA
As plantas hospedeiras desta praga são o pessegueiro, a ameixeira, a amendoeira, a macieira, a pereira, o damasqueiro e o marmeleiro. Se os ramos forem muito lenhosos, a lagarta ataca os frutos já com três quartos do seu desenvolvimento, um mês e meio antes da colheita. Uma só lagarta pode perfurar vários rebentos, sofrendo depois várias transformações num casulo espesso, sob a casca dos ramos ou sob um abrigo à superficie do solo. A lagarta penetra no rebento jovem junto à axila da folha, perfurando o ramo até ao ponto de inserção.
Durante a formação da galeria, a lagarta liberta excrementos, o que provoca uma reacção da planta através da produção de uma excreção viscosa, levando em certos casos à morte da planta.
ORGANISMO CAUSADOR
Grapholitha molesta Busck

Os ovos são arredondados e de cor branco-acinzentada. São depositados na página inferior das folhas novas, de brotações próximas às axilas, nos ramos novos e também nos frutos. A fase de ovo tem duração de 3 a 4 dias. As lagartas possuem coloração branco-acinzentada e cabeça preta, são muito activas, caminham pela planta à procura de ramos ou frutos, onde, ao penetrar, iniciam a construção de galerias. As lagartas podem medir até 14 mm e adquirem coloração rosada quando bem desenvolvidas Ao fim da fase larval, a lagarta faz um orifício de saída por ramos ou frutos e, com um fio de seda, atinge o local onde passará a pupa.
A pupa é protegida por um casulo de teia. O adulto mede cerca de 12 mm de envergadura por 7 mm de comprimento apresentando coloração cinza e manchas escuras nas asas anteriores. As suas actividades desenvolvem-se no crepúsculo. A fêmea vive de 10 a 15 dias e colocando cerca de 40 a 80 ovos. No Inverno,
entra em diapausa como pupa
DISTRIBUIÇÃO:
NEA: Contagens superiores a 10 capturas/armadilha por semana, deve-se tratar.
MEDIDAS DE CONTROLO:
Utilização de armadilhas Delta com feromona
Utilização de produtos com substâncias activas como o Diflubenzorão (ISQ) ou o Lufenorão (RCI).

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